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Arte Poética – Perpetuum Mobile

Maria Adelina Vieira


Sobre a obra


Estruturalmente, a “Arte Poética” de Maria Adelina Vieira, apresenta-se como uma encenação em três actos: “O Templo”, “A Dança”, “A Sala dos Espelhos”, ou, se quisermos, em termos accionais, “a memória”, “o regresso”, “a verdade ou o Poema impossível”. Neste processo, e em esquema provocatoriamente dialogante, enfrenta o seu oposto: a subjectividade nefelibata (falsamente sonhadora e esquiva) que só consegue estagnar o signo aprisionando-o como seu.













Sobre a autora


"Maria Adelina M. Vieira, nasceu na Casa das Eiras, freguesia de Duas-Igrejas, Vila-Verde. Reside em Braga. É licenciada em Filologia Românica pela Universidade do Porto, Mestre em Linguística Histórica pela Universidade Católica e Doutorada e Pós-Doutorada em Estética e Sociologia do Conhecimento pela Universidade Fernando Pessoa, Porto. Publicou as seguintes obras: Poesia: “Pó de Argila. Pé de Rosa” (1992); “Um Corpo. Um Cosmos” (1995); “Do Tempo que Tudo Mede” (2004). Prosa: “Sete Segredos de Giniceu” (1993); “Contos de Riso e Siso” (2000), Antologia de Contos de Humor em parceria com Maria Ondina Braga e Silva Pereira. Ensaio: “Arte Poética - Dom, Descrença e Desafio - Sá de Miranda, Horácio e Sophia M. Breyner” (2008); “Árvore - Conhecimento e Unidade: Uma visão Interdisciplinar entre Arte e Ciência” (2011); “Arte Poética - Perpetuum Mobile” (2011); “Maria Ondina Braga - Em Busca de Um Centro” (2017)."

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